IASP na mídia: reunião almoço com Francisco Eduardo Loureiro

O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Veja, Conjur e JOTA destacaram discurso do presidente do TJSP pela integridade do Poder Judiciário

A reunião almoço do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), realizada na segunda-feira (02/02), com o desembargador Francisco Loureiro, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, teve repercussão em grandes veículos de mídia.

O Globo destacou que Loureiro evitou comentar diretamente sobre a proposta de conduta para os integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), mas fez uma defesa de que os magistrados mantenham “a integridade e eficiência dos serviços e coerência nas decisões”.

A Folha de S. Paulo repercutiu a Reunião Almoço dando destaque para a fala do presidente do TJ-SP sobre a continuidade da política de remuneração de magistrados, incluindo os chamados penduricalhos. “Os pagamentos e as indenizações estão mantidos, assim como os subsídios. Não haverá mudança na política salarial”, comentou Loureiro.

O Estadão também evidenciou o discurso em relação aos benefícios dos juízes, ressaltando que Loureiro rejeitou a expressão “penduricalhos” e sustentou que os magistrados recebem, além do subsídio dentro do teto do STF, verbas relativas a períodos pretéritos, pagas de forma parcelada, como ocorreria com qualquer trabalhador.

a Veja salientou a ideia apresentada pelo presidente do TJ-SP de criar varas especializadas de combate ao crime organizado, concentradas na capital paulista. “Minha tarefa será criar varas especializadas em organização criminosa, todas na capital, com competência para o estado inteiro, e também uma vara de garantias especializada em organizações criminosas, para tirar da vara criminal esses grandes casos”, disse o desembargador.

O Conjur também focou no projeto de novas varas especializadas, mas ressaltado a fala de Loureiro sobre a importância de que esses núcleos estejam em São Paulo. “O juiz que julga organização criminosa no interior fica extremamente visado porque ele é conhecido na região. Isso torna o juiz muito vulnerável. Por isso, estando na capital, nós conseguimos dar uma proteção maior a ele”.

O portal JOTA repercutiu a fala de Loureiro sobre a judicialização excessiva como um “dilema” para a magistratura, apontando a produção em massa de decisões como um problema. “Como conseguir julgar muito e julgar bem?”, disse.

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